sábado, 15 de agosto de 2009

Perdemos o Ponto Oriental pro Rio Grande do Norte?



Indignado! Bastante indignado fiquei com uma matéria do Bom Dia Brasil (sexta, 13 de agosto) sobre os faróis das praias do Rio Grande do Norte. No meio da matéria, o competente (claro, sempre foi !) repórter da Globo Nordeste, Francisco (ou Fracixxsco como falam no Recife?) José dizia que a praia de Touros, no estado citado, é o “ponto mais extremo do Brasil, o ponto mais perto da África!”. Quase caí duro no chão da minha sala vendo aquilo. Como é? Quer dizer que o que aprendemos desde criança foi jogado no lixo? Desde pequeno que sei que a Ponta do Seixas aqui na nossa cidade é um dos pontos mais extremos do Brasil ao leste. Ao oeste é a nascente do Rio Moá ou Serra da Contamana (no Acre com o Peru), ao sul é o Arroio Chuí, no Rio Grande do Sul e ao norte temos a nascente do Rio Ailã no Monte Caburaí em Roraima e ao leste, nós na Ponta do Seixas o ponto mais perto do continente africano.. Tá lá no wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_do_Brasil).
O Chico José, de Recife, tava tão perto que nem sabia!
Não é de hoje que os potiguaras tentam “roubar” nossas belezas. Sempre que vou à cachoeira do Roncador, em Pirpírituba, ouço dizer que sempre que guias turísticos de Natal vão lá levar seus guiados, dizem que a queda d´água mais famosa da Paraíba é deles, pode?
Não admito. O que é nosso tem e deve ser preservado. Que a praia de Touros pode ser considerada um extremo do Brasil, sim, pode. Lá é a curva do país, mas não o ponto mais oriental do Brasil, vejam a diferença no mapa acima que puxei do Google Earth (viva a internet!)
Como diria Fuba, somos a Porta do Sol sim!
Desde a virada do milênio, os potiguares, digamos, mais espertos, tentam nos roubar o título de extremo. Extrema falta de respeito a deles.Vamos parar com isso, minha gente, vamos defender o que é nosso com todas as letras e música: “Somos a Porta do Sol, desde país tropical, somos a mata verde a esperança, somos o sol do extremo oriental”
P.S. - Faça um teste: Digite Ponta do Seixas no Google e veja o resultado!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Voltamos às Tribos?



As atitudes humanas hoje, em pleno século 21, estão muito estranhas quando se pensa na palavra futuro. Parece que estamos voltando ao passado no comportamento humano. Vejam só: viramos “tribais” isolados em “castas” criadas por nós mesmos e que não são poucas: tem a tribo dos “funkeiros” tribo dos “rockeiros”, tribo dos “reagge”, dos gays, dos intolerantes, dos tolerantes, dos mauricinhos e patricinhas, dos traficantes, dos “sem terra” , dos com (muita) terra, dos políticos, dos eleitores, do povo pobre, dos poucos ricos.Um sempre em oposição ao outro.

Em pleno século XXI, 9 anos depois da falha do Amargedom em 99-2000, quando o mundo ia se acabar, viramos tribos. As meninas quererem colocar um piercing pra se igualar as outras que já os tem, os meninos querem uma argola alargadora na orelha e uma tatuagem tribal (isso, tem até tribo pra tatoo), sem contar que tem a tribo do orkut, do msn, do blog, do twitter, do youtube... Do you nothing?

Nas relações humanas, quem é menos valorizado é justamente este ser de carne, osso e sangue. O que vale é a tribo, pois ou faz parte dela ou não. As pessoas estão com “Faixas de Gaza” particulares. É gay? Skinheads neles! É Palmeirense? Desce o pau do Corinthians! Deixou o carro “morrer” no transito? Entram em ação as tribos da buzina e do xingamento. Tolerância zero negativo. Até os indios tem tribo!! A tribo dos isolados.

Qual caminho seguir nos isolando dessa forma? Foi pra isso que corremos no tempo e na tecnologia? Foi pra isso que temos computadores de ultima geração e avanços com células-tronco? Pra negar o respeito ao outro que demorou tanto tempo pra ser conquistado?

Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça dando milho à tribo dos pombos.
Por isso, para ter visibilidade social, caro leitor, trate de arranjar logo uma tribo, antes que você fique assim como eu: Sem tribo e procurando o significado da palavra coletividade.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A Força dos Atores e Atrizes



Responda: Porque as novelas, cinema e teatro ainda fascinam tanto? Porque lá existem atores e atrizes que reproduzem todo ou em parte o universo que nós vivemos, seja de forma glamurosa, seja de forma trágica. Hoje em dia qualquer menina bonitinha com 12 anos quer ser atriz, não é bacana? Claro, não só pela fama e o dinheiro que a profissão traz, mas também de poder representar a realidade para milhares de telespectadores.


Quando comecei a fazer teatro entre 79 e 80 era um negócio muito mal visto. Pra fazer laboratórios, no velho Santa Roza, todos os sábados, eu enfiava chuteira e meião e dizia pra minha mãe que ia pro futebol. Ela hoje ri disso e até agradece porque eu seria um péssimo centro avante. Mas “era feio” fazer teatro na minha época de jovem. O conceito era que os meninos iam virar “viados” e maconheiros e as meninas lésbicas ou putas. Vejam como o tempo mudou: hoje as mães levam seu filhos com certo “talento” pra os cursos de teatro na cidade, ou até mesmo pra se livrar da energia do “pestinha” nas férias.

Mas não é fácil a vida de ator, pois tem que malhar, estudar de tudo sobre a arte de representar, ler muitas peças clássicas e modernas e estar sempre com o corpo em trabalho físico e mental pra agüentar aquelas horas em cima do palco, sob fortes luzes em cena.


Depois do teatro fui fazer TV. Bem, comerciais para TV. Acho que fiz uns 100 ou cheguei bem perto.Umas campanhas muito boas como a do FreeShopping criadas pelo, (já no andar de cima) publicitário Chico Mozart, trabalhei com Alberto Arcela, Genival Ribeiro, PC, Zé Guilherme, Toni e Boni (Natal-RN), Chico Sátyro, muita gente do Recife, fiz pro interior de São Paulo e em todas as capitais nordestinas teve rodando VT comigo. Bacana, sabe por que isso? Porque os caras apostaram no ator e na resposta que eu dava pra vender aqueles produtos. Hoje, poucos atores e atrizes aparecem na TV fazendo comerciais.


Depois das famigeradas “cartelas” em que um carinha que tem um computador bom e domina uns programas, a TV virou só cartela. Números e figuras se mexendo, sons estridentes, cachê só do locutor. Virou uma mesmice só. Sai barato pro produtor, pra agência (que não contratam atores) e pro cliente principalmente “amigo velho, velho amigo!”


Mas percebam hoje a força que tem um ator ou uma atriz num comercial de TV. A agência que tem a conta do Shopping Tambiá teve a felicidade de encontrar um casal que já virou a marca da casa (como aquele garotinho era). Buda Lira e Ana Luiza Camiño estão perfeitos na brincadeira do dia dos Namorados. Chama a atenção de cara, pela naturalidade deles dois. E que tal o Armazém Paraíba quando aposta em Fernando Teixeira e Evaldo Souza (O dono da bodega e o “fiadeiro”) ?? Eles dão show com o humor popular e marcante, deixando bem visível a proposta de serem engraçados e “passar o recado plenamente”!

Pois é, a força que esse povo tem, quando fazem suas peças de teatro é a mesma que eles empregam num VT de 30” e o resultado é sempre gratificante. Bem que as agências e produtoras poderiam apostar mais no nosso elenco, até porque quando o povo vê Buda, Fernando, Ana ou Evaldo na rua, no bar, na fila de banco, vai logo associar à marca que eles estão “vendendo”. Viva a força do ator e da atriz da Paraíba!

sábado, 9 de maio de 2009

INTERNET É MUNDO DE NINGUÉM MESMO ou O “SONHO DE CAMPINA” VIROU PESADELO


Sempre tive a maior cisma com internet. Cisma autoral, diga-se de passagem. Não tem como você controlar uma obra sua dentro do mundo virtual. Muito difícil. Na época da guerra do Iraque, achei (não sei como) pelo Google uma charge minha num blog de um moleque em São Paulo. Ele tinha postado um monte de material sobre Osama Bin Laden e no meio estava uma charge minha (A Doce Infância de Osama...). Detalhe: ele tinha apagado a assinatura. Mandei um comentário reclamando, não da publicação, mas da falta de credito, mas não deu em nada.
Sempre digo pra amigas minhas “reboculosas” (gostosas, na gíria “brasa-mora” dos anos 60-70) que postam fotos de biquíni no Orkut... ” Cuidado!Isso vai parar em algum site pornô ou num catálogo on-line de garotas de programas! ”. Algumas me “ouvem” e tiram, outras não estão nem aí.

mais ou menos um mês, fiz uma brincadeira com o Tsunami e Campina Grande direto no meu Orkut, intitulado “Sonho de Campina Grande” (link: http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx?uid=16004763381855508723&aid=1239766725).
Passei uma semana buscando fotos, fazendo montagens, criando textos, enfim, fazendo humor que é o que eu gosto. Publicado no Orkut, foi uma coisa danada de boa. Todo mundo adorou, elogios bacanas e tudo mais. Até alguns Campinenses me ligaram elogiando!! (fale de mal, mas fale!).

Uns dois ou 3amigos me pediram pra fazer um Power Point que de pronto autorizei, desde que dessem o crédito. Bom, enquanto tava no Orkut eu tinha um certo controle, depois que o Power Point foi feito, virou viral. Todo mundo comentando sobre o e-mail que tinha recebido meu.

Detalhe 2: Não mandei e-mail, nem fiz Power Point, mas a coisa se espalhou e lá, pela graça de um amigo de fé, constava meu nome nos créditos finais.
Até eu mesmo recebi e claro, orgulhoso fiquei com essa coisa se espalhando. Uma amiga recebeu em Portugal vindo dos EUA! (não temos controle de jeito nenhum). Só que agora eu recebi de um amigo o mesmo PPT sem a devida assinatura e esse meu amigo dizendo: “Olhe só o que fizeram em cima daquela sua piada do show”. Explico: Esse material sobre Campina já faz parte do meu show desde 2006 e eu resolvi ampliar e tornar um pouco mais “real” através das montagens no Photoshop.

Pois é. O que era meu, feito por mim ganhou o mundo e eu perdi a assinatura. Que coisa não? Isso é só pra dizer do cuidado que devemos ter com nossos originais na internet. Textos, desenhos, pinturas, fotos...Tudo! Todo cuidado é pouco, a menos que você não tenha cuidado com o que cria.


Conclusão: Não fico puto...Fico chateado. É uma pena que tenha gente desse nível. Mas,sabe? Se o cara copiou é porque tava BOM e se não colocou a minha assiatura é porque ele queria ter feito e não tinha talento para tal. É isso aí!

P.S – Se receberem um material PPT intitulado “Sonho de Campina Grande” sem assinatura, mandem um e-mail de volta dizendo que isso tem dono!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O RESULTADO DO ENEM-PB E A RELAÇÃO COM “O APRENDIZ”



Uma escola da Paraíba obteve um dos piores índices nas notas do Enem – Exame Nacional do Ensino Médio. Vergonhoso. A escola João Cunha Vinagre, do município do Conde foi a 36ª pior entre as 26.665 outras escolas brasileiras. As melhores ficaram no sudeste do país e na Paraíba, as mais bem colocadas obtiveram notas “arrodeando” o 170º lugar. Aqui, a pior colocada teve média total de 43,4 e a melhor colocada ficou com media 69,56.


Uma é publica municipal a outra privada, mas sinto que a diferença não foi tão grande assim entre elas. Pouco mais de 26 pontos separam uma educação da outra. Pouco, muito pouco, para serem escolas tão distintas. Também a mais bem colocada do resultado geral do Enem, uma escola privada do Rio de Janeiro ficou com media 80,58, não ficou tão distante da nossa melhor. Apenas 11,02 pontos às separam. Pouco, muito pouco.


O problema é que há anos que a qualidade do ensino vem tirando notas baixas nos boletins sociais. Professores mal pagos, alunos desmotivados, só pra não ir mais fundo neste clichê. Quando fiz vestibular pra Comunicação e passei pra Educação artística em 81, obtive nota 7,9 e era uma nota fraca pra fazer Jornalismo, por isso entrei na segunda opção. Hoje vejo alunos vibrando com 5,9...4,6...3,9. A coisa ta feia. Porque a escola antes era uma extensão do lar, um importante aliado, pois tínhamos nos professores ícones da sabedoria igualando-os aos nossos pais em devida proporção. Com o tempo essa imagem foi sumindo e a do aluno também. Quantas vezes hoje o estudante faz festa quando o professor entra em greve, ou quando não tem aula na escola ou quando é um feriadão? Pra nós a ausência da escola era uma espécie de pedaço que saía da gente, daí a sua grande importância.


Coincidentemente, esta semana o paraibano Rutênio, único representante das terras tabajaras foi demitido do programa “O Aprendiz” liderado pelo publicitário Roberto Justus na Rede Record. E sabem por que ele foi demitido? Por erros de português – escreveu, por exemplo, “esculto” no lugar de “escuto” – Até Justus ironizou perguntando-o se havia mesmo freqüentado a faculdade. Humilhante. Tanto quanto o nosso 36º lugar como pior escola publica do país.

de ter uma reviravolta, porque já é tarde. A máxima “O professor finge que ensina e o aluno faz de conta que aprende” continua e não é só aqui na terra de Augusto dos Anjos não. NÃO! É no Brasil todo. Mas precisamos salvar os anjos e os augustos da desnutrição educacional na Paraíba.
Não vi a cena de Justus demitindo Rutênio, mas deve ter sido realmente deprimente. Imagino o sarcasmo do dono do Aprendiz mandando o nosso “Paraíba” de volta à terrinha, simplesmente por não ter escutado, lido e escrito direito.


Isso dói em mim e deveria doer em muito mais gente que precisa definitivamente ter que pegar as rédeas da carroça desembestada da educação e tira-la do rumo errado que tomou. Para que no futuro, números do Enem e nem humilhações via satélite, no horário nobre não nos tornem ainda mais pobres.

BLECAUTE É COISA DE CIDADE POBRE OU EM GUERRA (leia antes que as luzes apaguem!)


Acordei cedo, como sempre (pelas 3 da manhã) e notei um fenômeno (só posso chamar assim) na nossa cidade: em 12 horas tivemos o terceiro “blackout” (ou blecaute) demorado. Na terça (28) foram dois, um às 15 e outro às 20 horas e na quarta, mais um, de madrugada. Fazia tempo que não via tantos em tão pouco tempo e por tanta duração e isso é porque nesta mesma semana, a Energisa, nossa companhia de energia elétrica, estará realizando um evento internacional de cinema.
Não sou contra que se apaguem as luzes da cidade de forma ocasional ou técnica, posso até dizer que o segundo blecaute, o da noite, foi até interessante. Nunca tinha visto, do alto do décimo andar do Edf. Caricé, a cidade toda apagada assim, apenas com as luzes dos veículos. Deu pra ver (que ainda temos) um céu estrelado mostrando detalhes, as pessoas aqui no prédio, botaram cadeiras nos corredores e, à luz de velas, conversavam com a vizinhança. Eu “arranhei” meu violão e, enfim, ouvia-se o barulho do silêncio. Voltamos àquele ar de província que dizem que temos. Quando a luz voltou, foi aquele grito geral de alegria de quem já pode ir pra televisão ou de alívio tipo “espanta as almas”.
O terceiro blecaute aconteceu quando senti o ventilador parado de madrugada. O barulho do silêncio já era ensurdecedor, olhei na janela e já não tinha mais a luz dos veículos, a cidade estava um profundo “brêu”. Pensei na guerra.
Ednaldo do Egypto me dizia que em 1945, em plena segunda guerra, João Pessoa tinha as luzes desligadas para não atrair a mira dos inimigos nazistas, embora estivessem há milhares de quilômetros daqui. Igual a Paris, só faltavam as sirenes e as bombas caindo.
Mas acho blecaute coisa de país subdesenvolvido. A gente vende energia pra alguns países como é que falta na nossa cidade? Além disso, pense nos transtornos de três blecautes em 12 horas?? Elevadores não funcionam, internet também não, máquinas ligadas à pacientes nos hospitais são apagadas, rádios, liquidificadores, jornais, cinemas, TVs, tudo é nada! Até os celulares não deram alô.
Sem contar com o perigo dos meliantes que, se já usam a noite iluminada para agirem, imaginem com blecaute? Matutei também que poderíamos estar em plena crise energética, um apagão e a nossa empresa encarregada “mineiramente” não nos avisou. Mas foi um apagão quase geral, porque daqui do décimo andar dava pra ver algumas luzes lá pras bandas da zona sul da cidade. Depois foi explicado que foi um acidente.
Então me veio à cabeça um pensamento interessante com esse blecaute: Se você tem um computador de 10 G com 500 G de memória, ou um super som de última geração, ou ainda, uma TV de 55 polegadas, Full HD com um aparelho de Blue Ray conectados com cabos RCA banhados a ouro 18 k? Não lhe adianta nada se você não tem...eletricidade pra ligar tudo isso!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Um artista que domina a arte de fazer rir - Jamarri Nogueira


"Ainda há na Paraíba quem duvide da capacidade lúdico-interpretativa de Cristovam Tadeu. Há até quem duvide das suas qualificações humorísticas. Isso é o resultado claro e inconteste de dois grandes pecados cometidos pelo artista: ter nascido no estado e ter desenvolvido sua carreira na grande João Pessoa.

Cristovam é o que costumam chamar de "prata da casa". E à prata da casa não é comum dar o merecido valor. O humorista (!) é uma antena frente às acontecências regionais e aos fatos relevantes da política, economia e cotidiano locais.

Seu verbo faz-se riso quando o bote cômico mimetiza os ruídos factuais comuns à estrutura social. O humor de Cristovam está nas imitações precisas de personalidade paraibanas. Niguém tem imitação mais exata do ex-arcebispo Dom Marcelo Carvalheira. Ninguém!

Cristovam é sutil. É um piadista delicado, que se distancia do linguajar chulo de evita o palvreado desbocado como elemento de marcação ritmica das suas anedotas As lorotas de Cristovam tem um quê de anglicano. Inteligente. Feroz e irônico.

Por estes e outros motivos, assistir ao espetáculo de Cristovam Tadeu éum exercício de entrega à gagalhofrenia. Recomendo."

Jamarri Nogueira

Editor - A União (publicado em 3 de Abril de 2009)